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“O caminho faz-se caminhando”

Vote MEP para a Assembleia Municipal de Aveiro

Vote MEP para a Assembleia Municipal de Aveiro

Umas vezes damos passos grandes, outras pequenos. Umas vezes temos medo e paramos, noutras até recuamos. Por vezes gostávamos de correr mas nem sempre conseguimos.

O caminho do MEP começou à já mais do que um ano e meio. Eu conheci-o quando deram um dos seus muitos grandes passos, as Eleições para o Parlamento Europeu. O rosto da Laurinda Alves à frente de uma lista de um partido despertou-me o interesse. Procurei e fiquei cativado. Juntei-me ao MEP numa altura em que dava-mos outro grande passo, as eleições Legislativas.

A preparação da campanha eleitoral foi difícil, executá-la também não foi fácil, mas costuma-se dizer “quem corre por gosto não cansa”. Essa foi a nossa força, a força da política pela positiva. A força que nos fez mover! Caminhar, falar, divulgar.

Tudo isto fez-nos pensar que corríamos. Era enorme o feedback. Contudo no momento da verdade, fomos vencidos pela vontade de arriscar dos portugueses, dizendo melhor, pela falta de vontade de arriscar. E quando pensávamos que corríamos apenas dávamos pequenos passos desse caminho que traçámos.

Mas não é isso que nos desilude e nos faz desistir. O nosso caminho continua! Agora são as eleições Autárquicas! Sim, também estamos nestas, apesar de ser em poucos sítios.

Estamos a concorrer à Câmara Municipal de Lisboa e às Assembleias Municipais de Aveiro, Porto e Lisboa.

É mais uma oportunidade que têm para confiar em nós!

Se pertence a estes municipios, descubra o que temos para lhe propor em www.mep.pt.

Chamo especial atenção para o blog do MEP Aveiro mepaveiro.blogspot.com!

Confie em nós e no nosso caminho

Mesmo que vote noutro partido para a Câmara ou para a Junta de Freguesia, vote MEP para a Assembleia Municipal.

“O caminho faz-se caminhando”

A desilusão de uma noite eleitoral

28, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Antes de mais gostaria de agradecer a todos os meus amigos, familiares e conhecidos, pelo voto de esperança e de confiança que ontem tiveram ao votar MEP! Para vós um enorme Obrigado!

Ontem vivemos uma noite díficil, sabiamos que não podiamos transpor os resultados das europeias para as legislativas. São eleições completamente diferentes. Mas com todo o dinamismo que o MEP ganhou entre os dois ciclos eleitorais dava-nos uma enorme esperança, trabalhamos muito mais, e em muito mais lugares! Corremos Portugal de norte a sul!

Infelizmente, os piores receios confirmaram-se a corrida ao “voto útil” foi mais forte, não conseguimos eleger. Contudo temos ainda trabalho a fazer, as candidaturas estão entregues e temos de lutar por elas… O grupo de pessoas que se juntou ao MEP durante todo este tempo é realmente impressionante, juntos podemos começar a fazer diferença também. Vamos mostrar aos portugueses que o que diziamos não eram apenas balelas de uns políticos desconhecidos, mas que estamos cá para fazer a diferença! Que estamos para efectuar a política pela positiva! Que a política da Esperança é Possível! Que Melhor é de facto Possível!

Como sinal de um caminho pela positiva aproveito para dar os parabéns a todos os vencedores de ontém que aproveitem agora também vós para construir Portugal! Sejam de que ideologia política forem! Trabalhem para o País que é de todos nós!

Portugal Informático. (Se Portugal fosse um (bom) programa informático!) – Poder para decidir

8, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Numa aplicação informática, quando o utilizador tem que tomar uma decisão e é confrontado com uma pergunta, a questão deve ser clara e em linguagem facilmente entendível para o utilizador, com ícone e tipo de janela adequado à situação, e entre outros requisitos, quando for esse o caso, e na medida do possível, devem ser apresentadas opções que ajudem o utilizador a ultrapassar o problema.

Um exemplo duma mensagem desse tipo poderia ser esta pergunta:
O ficheiro encontra-se actualmente a ser utilizado. O que deseja fazer?
Voltar a tentar, Gravar como, Cancelar.

Nestas eleições parece-me a mim que cada português é também colocado perante esta pergunta (embora não de forma tão clara) – O que deseja para Portugal?

Como resposta podemos também optar entre o continuar a tentar e insistir na escolha num dos dois partidos que ao longo da nossa democracia nos tem vindo a governar.

Apostar numa outra opção ou simplesmente abster-se de “tomar partido”. Mas vamos por partes.

Quanto a esta última opção, ainda há pouco tempo, apareceu nos meios de comunicação social o movimento dito “Partido Nulo”. Um movimento que, assumindo não ter propostas, queria “dar voz” ao descontentamento crescente e que pretendia, desse modo, “potenciar” uma renovação a partir de dentro dos próprios partidos.

Estando obviamente a favor do princípio que perseguem “o da renovação do panorama político”, esta visão merece-me os seguintes comentários:

1 – Julgo no mínimo ingénuo pensar que interesses e práticas consolidadas ao longo dos anos possam agora ter um arrebate de consciência, se uns milhares de portugueses decidirem simplesmente, votar nulo. Embora os impulsionadores desse movimento salientem que ao contrário da abstenção, “o voto nulo implica uma alteração da proporcionalidade”, na prática, esta alteração, tal como a abstenção, em nada afecta os partidos, pois os mesmos lugares de sempre continuarão a ser distribuídos pelos partidos que forem votados.
Na mesma linha (mas diria eu que de forma menos insultuosa para com o sistema eleitoral que o voto nulo) coloco o voto em branco. Em ambos os casos, quando chega o momento da decisão, a decisão afinal é não decidir e colocar essa decisão na mão dos outros (que votam válido).
É pensar que é possível colocar o país em “Pausa”, à espera que apareça um salvador com o qual nos identifiquemos plenamente. Então sim já poderíamos votar (no entretanto deixamos ficar quem lá está).
A estes deixo a pergunta: Será que, no momento que atravessamos, essa é mesmo uma decisão possível? Não creio.

2 – Quanto ao argumento de que “as pessoas têm que votar sempre nas mesmas pessoas e nos mesmos programas” eu pergunto: Será que se deram ao trabalho de, consultar e analisar os programas dos novos partidos?
Este último ano foi sem dúvida um dos mais profícuos no que à política nacional diz respeito, com o surgimento de 4 novos partidos. Não será tacanho acreditar que nada de bom ou de novo poderá surgir de entre cidadãos comuns que agora se apresentam perante os portugueses?
Será que o que desejam afinal não é apenas que, por saudosismo de tempos passados, os partidos com que sempre se identificaram permaneçam no poder, embora com caras novas?
Será que a renovação que procuram, não deve antes ser procurada noutro lado, noutras ideias, noutras propostas e noutras pessoas?
Se estivéssemos numa aplicação informática, ao fim de algumas tentativas no “Voltar a tentar” já teríamos percebido que essa opção já não servia e como não iríamos cancelar e perder o trabalho feito, optaríamos mesmo por gravar com outro nome.

Não terá chegado a hora de fazermos isso por Portugal?

Eduardo Silva

Artigo citado do blogue Razões de Esperança.

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