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Arquivo da Categoria ‘Política’

O retomar do blog

13, Outubro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Desde o início deste blog que me tenho debruçado imenso sobre política. A razão principal acabou no domingo. Acabaram por agora os ciclos eleitorais. Apesar do grande empenho que quero manter na política nacional através do Movimento Esperança Portugal, não será o tema principal do blog. Movendo-me um pouco mais para questões quotidianos que me prendam a atenção diária.

Estou-me a lembrar agora que à meses que não acredito que a Selecção Nacional venha a participar na fase final do Mundial’10. É incrível como eles conseguem manter a esperança acesa na maior parte dos portugueses. Sem dúvida que são um exemplo a seguir por isso. Finalmente, têm quase garantida a presença nos Play-Off, vamos ver.

“O caminho faz-se caminhando”

Vote MEP para a Assembleia Municipal de Aveiro

Vote MEP para a Assembleia Municipal de Aveiro

Umas vezes damos passos grandes, outras pequenos. Umas vezes temos medo e paramos, noutras até recuamos. Por vezes gostávamos de correr mas nem sempre conseguimos.

O caminho do MEP começou à já mais do que um ano e meio. Eu conheci-o quando deram um dos seus muitos grandes passos, as Eleições para o Parlamento Europeu. O rosto da Laurinda Alves à frente de uma lista de um partido despertou-me o interesse. Procurei e fiquei cativado. Juntei-me ao MEP numa altura em que dava-mos outro grande passo, as eleições Legislativas.

A preparação da campanha eleitoral foi difícil, executá-la também não foi fácil, mas costuma-se dizer “quem corre por gosto não cansa”. Essa foi a nossa força, a força da política pela positiva. A força que nos fez mover! Caminhar, falar, divulgar.

Tudo isto fez-nos pensar que corríamos. Era enorme o feedback. Contudo no momento da verdade, fomos vencidos pela vontade de arriscar dos portugueses, dizendo melhor, pela falta de vontade de arriscar. E quando pensávamos que corríamos apenas dávamos pequenos passos desse caminho que traçámos.

Mas não é isso que nos desilude e nos faz desistir. O nosso caminho continua! Agora são as eleições Autárquicas! Sim, também estamos nestas, apesar de ser em poucos sítios.

Estamos a concorrer à Câmara Municipal de Lisboa e às Assembleias Municipais de Aveiro, Porto e Lisboa.

É mais uma oportunidade que têm para confiar em nós!

Se pertence a estes municipios, descubra o que temos para lhe propor em www.mep.pt.

Chamo especial atenção para o blog do MEP Aveiro mepaveiro.blogspot.com!

Confie em nós e no nosso caminho

Mesmo que vote noutro partido para a Câmara ou para a Junta de Freguesia, vote MEP para a Assembleia Municipal.

“O caminho faz-se caminhando”

A desilusão de uma noite eleitoral

28, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Antes de mais gostaria de agradecer a todos os meus amigos, familiares e conhecidos, pelo voto de esperança e de confiança que ontem tiveram ao votar MEP! Para vós um enorme Obrigado!

Ontem vivemos uma noite díficil, sabiamos que não podiamos transpor os resultados das europeias para as legislativas. São eleições completamente diferentes. Mas com todo o dinamismo que o MEP ganhou entre os dois ciclos eleitorais dava-nos uma enorme esperança, trabalhamos muito mais, e em muito mais lugares! Corremos Portugal de norte a sul!

Infelizmente, os piores receios confirmaram-se a corrida ao “voto útil” foi mais forte, não conseguimos eleger. Contudo temos ainda trabalho a fazer, as candidaturas estão entregues e temos de lutar por elas… O grupo de pessoas que se juntou ao MEP durante todo este tempo é realmente impressionante, juntos podemos começar a fazer diferença também. Vamos mostrar aos portugueses que o que diziamos não eram apenas balelas de uns políticos desconhecidos, mas que estamos cá para fazer a diferença! Que estamos para efectuar a política pela positiva! Que a política da Esperança é Possível! Que Melhor é de facto Possível!

Como sinal de um caminho pela positiva aproveito para dar os parabéns a todos os vencedores de ontém que aproveitem agora também vós para construir Portugal! Sejam de que ideologia política forem! Trabalhem para o País que é de todos nós!

Agora é a sua vez!

25, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

De utilidade ao seu voto

A campanha eleitoral está quase finalizada, vou deixar aqui o post para ver e reflectir durante o dia de hoje e amanhã. Veja os videos, oiça o nosso presidente, escute a política pela positiva que nós apresentamos.

http://www.youtube.com/watch?v=8lgcKikJxC0&feature=player_embedded

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Um dia de agradáveis surpresas!

24, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Estamos a 24 de Setembro de 2009, faltam 3 dias para as eleições e apenas dois de campanha. O cansaço é já algum, é tempo para tentar agarrar os últimos votos. Durante a campanha apesar de todas as nossas acções, a cobertura dos meios de comunicação social tem sido mínima.

Contudo hoje algo mudou. Tanto o jornal i como o jornal Público publicaram artigos longos sobre o MEP, artigos interessantes. O Público colocou mesmo uma foto do nosso autocarro na primeira página. É sem dúvida um destaque muito importante nesta recta final de campanha. Uma projecção que necessitavamos.

Eu pessoalmente gostei bastante do título dado pelo i à notícia sobre o MEP, «Afinal há um partido em que as pessoas são mais felizes.»

Não me vou alongar mais, quero só referir que o Papa anunciou também que visitará Portugal no dia 13 de Maio de 2010. É também uma notícia importante para mim como católico que sou.

Podem ler as notícias sobre o MEP online nos seguintes endereços:

A 4 dias das eleições…

23, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

O tempo ultimamente não tem sido muito, isso nota-se na ausência de actualizações por aqui. O que é certo é que tem sido uma época marcante. Aprendi a gostar desta correria que marca a época de campanha. Desde do encontro com as pessoas, de falar com elas, de as ouvir, de ser ouvido. É certo que muitas vezes ouvimos pessoas descrentes na política. Que estão revoltadas com o sistema político nacional. Mas tem sido uma época muito boa e vivida.

Mas a primeira parte está a acabar. Faltam 4 dias para as eleições, é esse o tempo que temos para mostrar o MEP a quem ainda pode mudar as suas intenções de voto. A nossa certeza é que é preciso mudar! Temos a certeza de que Melhor é Possível. Temos a certeza de uma Política pela Positiva, uma política em Movimento, uma política de Esperança, uma política por Portugal.

Queremos ser uma voz activa na Construção de Portugal! Uma voz com propostas concretas. Independente de quem está à frente no governo! Sem prisões ideológicos de direita ou esquerda. Só queremos o bem para que Portugal seja um país melhor.

É por isso que acredito no MEP! É por isso que Voto MEP!

Não se esqueça que o país não é construído apenas pelas pessoas que se sentam no parlamento, pois todos temos uma mão nessa construção, temos o poder de eleger as pessoas que se sentam nele. No próximo domingo, dia 27 de Setembro, Vote! Espero que seja MEP, mas não me chateio se não for… :-)

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Portugal Informático. (Se Portugal fosse um (bom) programa informático!) – Poder para decidir

8, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Numa aplicação informática, quando o utilizador tem que tomar uma decisão e é confrontado com uma pergunta, a questão deve ser clara e em linguagem facilmente entendível para o utilizador, com ícone e tipo de janela adequado à situação, e entre outros requisitos, quando for esse o caso, e na medida do possível, devem ser apresentadas opções que ajudem o utilizador a ultrapassar o problema.

Um exemplo duma mensagem desse tipo poderia ser esta pergunta:
O ficheiro encontra-se actualmente a ser utilizado. O que deseja fazer?
Voltar a tentar, Gravar como, Cancelar.

Nestas eleições parece-me a mim que cada português é também colocado perante esta pergunta (embora não de forma tão clara) – O que deseja para Portugal?

Como resposta podemos também optar entre o continuar a tentar e insistir na escolha num dos dois partidos que ao longo da nossa democracia nos tem vindo a governar.

Apostar numa outra opção ou simplesmente abster-se de “tomar partido”. Mas vamos por partes.

Quanto a esta última opção, ainda há pouco tempo, apareceu nos meios de comunicação social o movimento dito “Partido Nulo”. Um movimento que, assumindo não ter propostas, queria “dar voz” ao descontentamento crescente e que pretendia, desse modo, “potenciar” uma renovação a partir de dentro dos próprios partidos.

Estando obviamente a favor do princípio que perseguem “o da renovação do panorama político”, esta visão merece-me os seguintes comentários:

1 – Julgo no mínimo ingénuo pensar que interesses e práticas consolidadas ao longo dos anos possam agora ter um arrebate de consciência, se uns milhares de portugueses decidirem simplesmente, votar nulo. Embora os impulsionadores desse movimento salientem que ao contrário da abstenção, “o voto nulo implica uma alteração da proporcionalidade”, na prática, esta alteração, tal como a abstenção, em nada afecta os partidos, pois os mesmos lugares de sempre continuarão a ser distribuídos pelos partidos que forem votados.
Na mesma linha (mas diria eu que de forma menos insultuosa para com o sistema eleitoral que o voto nulo) coloco o voto em branco. Em ambos os casos, quando chega o momento da decisão, a decisão afinal é não decidir e colocar essa decisão na mão dos outros (que votam válido).
É pensar que é possível colocar o país em “Pausa”, à espera que apareça um salvador com o qual nos identifiquemos plenamente. Então sim já poderíamos votar (no entretanto deixamos ficar quem lá está).
A estes deixo a pergunta: Será que, no momento que atravessamos, essa é mesmo uma decisão possível? Não creio.

2 – Quanto ao argumento de que “as pessoas têm que votar sempre nas mesmas pessoas e nos mesmos programas” eu pergunto: Será que se deram ao trabalho de, consultar e analisar os programas dos novos partidos?
Este último ano foi sem dúvida um dos mais profícuos no que à política nacional diz respeito, com o surgimento de 4 novos partidos. Não será tacanho acreditar que nada de bom ou de novo poderá surgir de entre cidadãos comuns que agora se apresentam perante os portugueses?
Será que o que desejam afinal não é apenas que, por saudosismo de tempos passados, os partidos com que sempre se identificaram permaneçam no poder, embora com caras novas?
Será que a renovação que procuram, não deve antes ser procurada noutro lado, noutras ideias, noutras propostas e noutras pessoas?
Se estivéssemos numa aplicação informática, ao fim de algumas tentativas no “Voltar a tentar” já teríamos percebido que essa opção já não servia e como não iríamos cancelar e perder o trabalho feito, optaríamos mesmo por gravar com outro nome.

Não terá chegado a hora de fazermos isso por Portugal?

Eduardo Silva

Artigo citado do blogue Razões de Esperança.

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Capítulo 2 – Uma política ao serviço das famílias

6, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Uma sociedade é, em grande medida, o produto do que forem as suas famílias. A qualidade de vida das famílias é uma importante medida do nosso viver colectivo. Ao mesmo tempo, as possibilidades no futuro dessa mesma sociedade dependem dos nascimentos e das condições de autonomia e desenvolvimento pleno que lhes estão associadas.

Assim sendo, o MEP quer conceber e desenvolver uma política ao serviço das famílias para os nossos dias, quer numa perspectiva transversal a todos os sectores, quer enquanto abordagem específica, particularmente relevante em tempos de complexidade crescente. Sem hesitações, Portugal deve apostar em políticas públicas que partam da realidade das suas famílias, sejam aliadas do seu fortalecimento e promovam a natalidade e o desenvolvimento pleno das crianças e jovens. Essas políticas devem considerar a diversidade de configurações familiares dos nossos tempos – nucleares, alargadas, monoparentais, reconstruídas,… – e ter a flexibilidade de se adequar a cada realidade concreta.

São propostas MEP nesta área:

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Has Politics 2.0 arrived in Portugal?

4, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Hoje surgiu um artigo interessantíssimo que merece ser difundido.

Portugal is living an Elections year. During 2009, European Parliament elections took place on the 7th of June. The Legislative elections will be held on September 27th and on October 11th the Portuguese people will choose their representatives of local governments.

Despite interest that “Politics 2.0” has been generating on media and online, there aren’t many significant developments in political technologies for and by the people. As in rest of the world, Barack Obama’s elections strategy was a closely watched case study that inspired great interest here. Indeed, there were reports saying that Blue State Digital was hired by PS (Socialist Party in government) to implement actions online, a fact that was soon revealed to be not really true. The national and Brazilian spin doctors are still in charge of political marketing strategies.

With a month or so to Legislative Elections 2009, parties have been doing some online actions, but for the most part prefer the old way to interact with public: gatherings, outdoors, travelling on the street to talk with citizens (and TV cameras). Their main actions online have been:

- Meetings with bloggers and Web influencers by major parties (PS and PSD, the opposition party);

- Although there are many politicians and parties with accounts on Twitter (check Twitica), taking a look at the most popular parties’ Internet sites, we have an impression that they don’t use social networks at all. The better practices are from minor new parties like MEP and MMS, and the legislative elections portal created by PSD (Politica de Verdade). This is perhaps not surprising, as upstart parties have more to gain from going online, while the major parties may fear the inevitable loss of control that comes with the territory.

- Most major online campaigning is being done by youth or “independent” citizens linked to the political parties in blogosphere, Twitter and other social networks. For example, Papa MyZena (linked to PSD) and SIMplex (linked to PS) both say that are not affiliated to parties but discuss right and left political views and some persons have relations with parties;

- Vídeo and audio sharing is part of the latest campaign innovations. PS has created MovTV, PSD and minor parties have a Youtube channel. In rare occasions there have been streaming video from events and even some interactions with online questioners;

- PS has a kind of social network called MyMov, where people can, for example, expose their ideas.

- Some political parties also have actions on site to recollect private funds for campaigning. Political parties are public finance in Portugal.

The press, TV and radio media have been covering Politics 2.0 topic with some debates and reports. A good media initiative is Eleições 2009, a blog from Público newspaper that brings together various bloggers with all kind of political perspectives and expressing different political views.

Besides Twitica, another site is an interesting tool for citizens. Through a questionnaire, Bússola Eleitoral predicts the political party that fits best with the person who answers a series of questions.

Bottom line: politics 2.0 in Portugal is an early stage. Technically, there are innovations but there are no trends or viral behaviours that have really been embraced by large numbers of citizens. After all, trust matters and online networks are only a tool that political parties have to guarantee with actions while on power positions.

por Sergio Bastos em Personal Democracy

De facto é interessante reflectir sobre este assunto. Também de referir é o facto dos partidos pequenos serem destacados por terem uma maior presença nas redes sociais. Será por causa dos fundos que possuem?

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Capítulo 1 – Uma Nova Agenda Social

3, Setembro, 2009 José Ramalho Nenhum comentário

Começo hoje, também aqui, a divulgação do programa eleitoral do MEP. De forma reduzida mas com os pontos importantes e com as ligações para os locais onde pode ser lido mais detalhadamente.

Do Programa Eleitoral do MEP:

Para cumprir o desígnio de “uma mesa com lugar para todos”, Portugal precisa de encontrar uma nova Agenda Social que garanta uma maior inclusão e coesão social e de o fazer de uma forma inovadora.

Precisamos de passar do subsídio ao contrato; da rotina à inovação social; da dependência à autonomia; dos balanços intuitivos à avaliação rigorosa dos resultados; da exclusiva reivindicação de direitos à ética dos deveres e de mais Estado a mais sociedade civil.

A nova Agenda Social deve ambicionar não deixar ninguém para trás, colocando cada um(a) num caminho de auto-sustentabilidade; deve promover uma mesa com lugar para todos, para a qual todos são chamados a contribuir.

São propostas do MEP nesta área: